Somos Quem Podemos Ser: Entre Sonhos Que Inventamos e a Realidade Que Nos Testa

@eusoufry

A vida, às vezes, parece mesmo um clipe que passa rápido demais. Uma sequência de imagens, erros de gravação e cortes mal feitos que a gente tenta editar na memória. A gente tropeça nas próprias palavras, inventa um novo idioma pra tentar explicar aquilo que nem a gente entende. Vivemos em um país que tem sede. Sede de justiça, de oportunidade, de respeito… e, muitas vezes, de um pouco de esperança. Entre um gole de café e uma dose de coragem, seguimos em frente. Cambaleando entre sonhos e a realidade que insiste em nos acordar antes da hora. Olhando pro espelho, nem sempre enxergamos o que gostaríamos. Mas no fundo, somos só o que conseguimos ser, do jeito que dá, com as armas que temos, com o fôlego que resta. A gente sonha. E sonhar é uma teimosia bonita. Mesmo sabendo que nem todo plano vinga, nem toda meta se alcança e nem todo amor dura. Ainda assim, insistimos. Talvez esse seja o verdadeiro ato de coragem: continuar sonhando, mesmo quando o mundo parece um palco mal iluminado e sem plateia. No fim, o que sobra é isso: as pequenas vitórias, os tombos que viraram história, as palavras que dissemos e as que engolimos, e esse desejo quase infantil de ser… só mais um pouco melhor amanhã.

♬ som original – Fry

A vida, às vezes, parece mesmo um clipe que passa rápido demais. Uma sequência de imagens, erros de gravação e cortes mal feitos que a gente tenta editar na memória. A gente tropeça nas próprias palavras, inventa um novo idioma pra tentar explicar aquilo que nem a gente entende.

Vivemos em um país que tem sede. Sede de justiça, de oportunidade, de respeito… e, muitas vezes, de um pouco de esperança. Entre um gole de café e uma dose de coragem, seguimos em frente. Cambaleando entre sonhos e a realidade que insiste em nos acordar antes da hora.

Olhando pro espelho, nem sempre enxergamos o que gostaríamos. Mas no fundo, somos só o que conseguimos ser, do jeito que dá, com as armas que temos, com o fôlego que resta.

A gente sonha. E sonhar é uma teimosia bonita. Mesmo sabendo que nem todo plano vinga, nem toda meta se alcança e nem todo amor dura. Ainda assim, insistimos.

Talvez esse seja o verdadeiro ato de coragem: continuar sonhando, mesmo quando o mundo parece um palco mal iluminado e sem plateia.

No fim, o que sobra é isso: as pequenas vitórias, os tombos que viraram história, as palavras que dissemos e as que engolimos, e esse desejo quase infantil de ser… só mais um pouco melhor amanhã.

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